domingo, 10 de agosto de 2014

49 - Colhe pague


Pareci Novo - Sexta-Feira, 08 de Agosto de 2014 - Hora:18:32

Colhe e Pague, em Coqueiral, 

inicia neste fim de semana

Visitantes poderão escolher as bergamotas direto no pomar

Visitantes poderão escolher as bergamotas direto no pomar
A partir deste final de semana, a propriedade Citrus Brand, na localidade de Coqueiral, em Pareci Novo, passa a oferecer uma novidade aos consumidores. Aos sábados e domingos, a partir das 8 horas da manhã e durante todo o dia, os visitantes poderão escolher bergamotas direto no pomar. “Podem entrar no arvoredo e escolher as frutas que quiserem”, destaca o produtor Claudino Brand. Serão colocados à disposição cerca de quinhentas bergamoteiras, que nesta época estão com a safra das Bergamotas Montenegrina e Murcott. Depois as frutas escolhidas são pesadas e os consumidores pagam por quilo, com preços bastante acessíveis. “A vantagem é de levar a fruta ainda fresquinha, colhida direto no pé”, ressalta Claudino. “A bergamota está muito boa e vai ficar ainda mais doce”, diz, sobre o sabor.

Claudino também pretende oferecer passeios gratuitos pela propriedade, utilizando um trator com carretão. A propriedade fica distante apenas dois quilômetros da RS 470, para quem vem de São José do Sul, entrando próximo da ponte do arroio Maratá, e cerca de 5 quilômetros da RS 124 (Várzea). E segundo Brand, o Colhe e Pague deve funcionar até o fim da safra.

Os secretários municipais de turismo e desporto, Volmir Schwan, de agricultura e meio ambiente, Edson Henrique Müller, e de obras, Fábio Schneider, também estiveram na propriedade, onde projetaram melhorias no acesso. 

Para Volmir, é mais um atrativo para o turismo rural no município, como no verão já existe o parreiral, e durante todo o ano a venda de mudas e flores nas floriculturas. “Vamos dar total apoio”, destacou.

segunda-feira, 7 de abril de 2014

48 - O Caí terá um grande shopping center

Um shopping de cidade grande

Outra entrada do shopping será pela rua Coronel Paulino: a rua da rodoviária
Só a volta do Clube Aliança, em amplas e modernas instalações, já seria uma grande notícia. O Clube Aliança deixou saudades e será muito bom tê-lo de volta, em tão belas instalações.
Mas não é só isso. Além da sede social do clube, o prédio que será ali construido vai ser um shopping center.
Ele terá quatro pavimentos, sendo um subterrâneo, totalmente destinado a estacionamento.
Acima desse, virá um outro pavimento que será térreo na rua Coronel Paulino (a rua da Rodoviária). Nesse pavimento haverá uma das entradas da galeria do shopping, com frente para a rua Coronel Paulino.  Metade deste pavimento será destinado a lojas e a outra metade a estacionamento. Ao todo, serão 70 vagas para estacionamento.
Quem entrar na galeria pela rua Coronel Paulino encontra rá uma galeria com várias lojas e, logo adiante, escadas rolantes que o levam ao terceiro pavimento do prédio.
No terceiro pavimento a galeria continua, com lojas dos dois lados, até a saída na rua Pinheiro Machado, em frente ao Centro de Cultura. Esse pavimento é o principal do shopping center, com o maior número de lojas. Ao todo serão 50 lojas de tamanho pequeno. Número que irá diminuir porque algumas lojas serão formadas com a junção de duas ou mais lojas do tamanho básico..
O quarto pavimento terá lojas e a praça de alimentação.
O quinto pavimento será destinado a salas grandes que poderão ter, por exemplo, um cinema (com a 100 a 150 lugares), academia e outros ambientes destinados a atividades públicas.

Matéria publicada no jornal Fato Novo em 20 de julho de 2013

Renterização Rômulo Antoniazzi Hartmann

domingo, 13 de maio de 2012

47 - A Canga

O pimentão recheado, acompanhado de molho de tomate, é o prato mais elogiado pelos clientes
Apesar de ser um estabelecimento pequeno e de suas instalações serem modestas, o restaurante A Canga é uma verdadeira legenda da culinária gaúcha. Os carros que estacionam diante do restaurante demonstram o alto nível econômico dos seus clientes. E, pelas placas, se vê que vem gente de longe para fazer suas refeições no restaurante.
A fama do restaurante pode ser mensurada pelo número de sites que o destacam na internet. Digitando A Canga no Google, pode se encontrar inúmeras referências ao restaurante. Quase todas elogiosas. A Canga é um lugar onde se come muito bem a preços módicos. Oferece uma comida que, de certo modo, é exótica, pois é o único restaurante no estado que se especializa em comida húngara. Mesmo exótica, a comida não é estranha. É bem aceita por qualquer um que a experimente.
A extrema simplicidade das instalações, que chegavam a ser precárias, nunca espantaram a freguesia. Mesmo a mais sofisticada. Ultimamente, as instalações foram reformadas e, da cozinha aos banheiros, melhoraram muito.
Um depoimento impressionante sobre A Canga pode ser lido no seguinte endereço:

http://capsaicina.wordpress.com/2007/11/12/a-canga-vulgo-pimentao/

Escrito já há alguns anos, o comentário está desatualizado com relação aos banheiros (que melhoraram muito) mas permanece atual quanto à comida, que não mudou nada.

No site Sabores do Sul, A Canga é um dos dois únicos restaurantes do Vale do Caí que foram referenciados. O outro é o Feijoada Grill, na cidade de Portão.


sábado, 17 de março de 2012

46 - Superaeroporto vai fortalecer o turismo

Um avião como o A380, tem capacidade para transportar até 853 passgeiros
(clique sobre a foto para ver melhor)
Foi anunciada, para daqui a oito anos, a construção, no município de Portão, de um dos maiores e mais modernos aeroportos comerciais do país.
Ele terá capacidade de receber os maiores aviões do mundo, inclusive o Airbus A380, que tem capacidade para transportar 853 passageiros.
Pode se imaginar o que isso favorecerá o turismo nas regiões próximas. Voos fretados trazendo alemães e italianos para conhecer o as regiões que seus compatriotas desbravaram há mais de um século, juntamente com as belezas do Rio Grande do Sul, inclusive Canaela, Gramado, Itainbezinho, Mata Atlântica, Torres, entre outras. No inverno Europeu, vir conhecer esta terra tão diferente, tropical e européia ao mesmo tempo.
Num avião de grande porte, o custo da passagem se torna menor.
Municípios próximos as aeroporto, como o Caí, terão condições privilegiadas de disputar este mercado.

domingo, 12 de fevereiro de 2012

45 - Lançamento do projeto Rota Estrada Rio Branco

O preofessor Luiz Brambatti apresentou o projeto da nova rota turística ao prefeito Darci Lauermann

No final de fevereiro, os prefeitos do Vale do Caí, Caxias do Sul e Vacaria deverão participar de uma reunião que terá por objetivo criar uma nova rota turística denominada Estrada Rio Branco. Percorrendo a antiga estrada Rio Branco, a rota passará pelo Caí, Bom Princípio, Feliz e Vale Real e depois subir a serra, chegando a Caxias e Vacaria.
As rotas turísticas são grande sucesso e um bom exemplo disto é a Rota Romântica, que já atraiu milhões de turistas. São roteiros temáticos que têm sua motivação em cenários diferenciados, seja pelo aspecto paisagístico ou cultural.
Entre estas existem algumas muito famosas que mostram aos turistas antigas estradas, com marcante significado histórico. É o caso, por exemplo, da Via Claudia Augusta, que vai de Veneza rumo ao norte, passando pelos Alpes. Os turistas reconstituem o caminho de uma estrada contruída pelos romanos há mais de 2.000 anos.
Outro exemplo bem sucedido deste tipo de roteiro é a Estrada Real, que vai de Paraty, antigo porto marítimo na costa do Rio de Janeiro,  até a cidade mineira de Diamantina, passando por São João del Rei, Tiradentes e Ouro Preto. Caminho pelo qual o ouro extraído nas Minas Gerais era levado para Portugal.
Mas o mais famoso roteiro baseado na fama e na glória de uma antiga estrada é o da Rota 66, antiga estrada que liga Chicago a Santa Mônica (na Califórnia) e que inspirou filmes consagrados.
Algo semelhante está sendo proposto pelo professor doutor Luiz Ernesto Brambatti, que é coordenador do curso de turismo da Universidade Federal do Paraná. Na sua fase inicial, o projeto será coordenado pelo secretário do turismo de Caxias do Sul, Jaison Barbosa, com apoio do prefeito João Ivo Sartori.
Em reunião ocorrida nessa segunda feira, na prefeitura do Caí, o professor Brambatti apresentou a idéia de criação da rota denominada Estrada Rio Branco.
Trata-se de uma velha estrada construída a partir de 1874, pelo governo imperial brasileiro. Ela partia do Porto dos Guimarães e ia até Vacaria, nos Campos de Cima da Serra, perto da divisa com Santa Catarina.
Essa estrada foi construída com um propósito definido. Ela serviria para conduzir os imigrantes italianos até a região serrana: especialmente para o local denominado Campo dos Bugres, hoje cidade de Caxias do Sul.
A região serrana, naquela época, era praticamente deserta. Os índios foram retirados dali pelo governo, que os transferiu para o extremo norte do estado, deixando as terras livres para serem distribuídas aos imigrantes italianos.
Depois de chegarem a Porto Alegre, os colonos eram levados de barco pelo rio Caí, até o Porto dos Guimarães, localidade que, em 1875 foi elevada ao nível de cidade e sede municipal, ganhando o nome de São Sebastião do Caí.
O município se estendia até o alto da serra, incluindo o local onde hoje existe a cidade de Caxias do Sul.
São Sebastião do Caí passou a contar logo com uma delegacia e um forum, porque passou a cumprir a função de centro da região colonial, onde os colonos recebiam o apoio prestado pelo governo. A cidade foi planejada com esmero pelos engenheiros do império, com ruas largas e bem traçadas.
Do Caí, os imigrantes iam a pé até Caxias do Sul e localidades próximas. E os seus modestos pertences eram levados em lombo de burro.
Passaram-se vários anos até que a estrada foi alargada e a primeira carreta de bois conseguiu percorrer o caminho do Caí a Caxias.
Até 1910, quando foi concluída a estrada de ferro ligando Porto Alegre a Caxias, as carretas e as mulas foram os únicos meios disponíveis para o transporte de mercadorias.
Ao longo do caminho, se encontram marcas desta época heróica de desbravamento. O cais do porto, no Caí, e a ponte de ferro na Feliz são monumentos à coragem e ao trabalho dos imigrantes, assim como inúmeras casas construídas por eles, que ainda se encontram de pé e poderão ser visitadas pelos turistas.
Depois de constituída a rota da Estrada Rio Branco, milhares de turistas, especialmente os descendentes dos colonos alemães e italianos, percorrerão o mesmo caminho trilhado pelos seus antepassados e poderão ter uma idéia do tremendo esforço que eles tiveram de fazer para transformar matas em lavouras e transplantar para a selva a civilização que deixaram no seu país de origem.
Para quem chega de Porto Alegre, o Caí será o ponto de partida no percurso da Estrada Rio Branco. Além dos locais históricos, os turistas terão a oportunidade de ver paisagens magníficas, principalmente junto ao rio Caí. Passarão por Escadinhas, pela Ponte de Ferro de Feliz (construída em 1900) e visitarão o moderno e magnífico Parque Municipal da cidade. Visitarão a localidade de Vale Real, cruzando o rio na ponte baixa construída pelos agricultores locais, visitarão os parreirais da Forqueta Baixa (na época da colheita) e depois subirão a serra, conhecendo uma paisagem totalmente diferente, mas igualmente bela. 

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

43 - Romaria de Nossa Senhora Aparecida do Sul









Fotos captadas na 28ª Romaria de Nossa Senhora Aparecida do Sul, no bairro caiense de Conceição, no dia 12 de outubro de 2010


Há cerca de 30 anos, o padre Ernesto Zanatta idealizou a construção de um santuário em honra a Nossa Senhora Aparecida do Sul. Escolheu para isso uma belíssima área situada no alto do morro, junto à vila de Conceição, onde era sediada a sua paróquia.
Os paroquianos aceitaram o desafio e, junto com o seu pároco, começaram a trabalhar para transformar o projeto em realidade. A área foi adquirida, a prefeitura ajudou a construir uma estrada até o alto do morro e o terreno foi preparado para que fosse possível fazer uma romaria até o local escolhido para o futuro templo.
Desde então 28 romarias foram realizadas, sempre no dia 12 de outubro, dia consagrado à devoção por Nossa Senhora Aparecida, a Padroeira do Brasil.
Gradativamente, as condições de acesso ao local foram sendo melhoradas, assim como a estrutura montada no alto do morro, que hoje conta com galpões, banheiros, cozinha, brinquedos e áreas para acampar.