quarta-feira, 21 de julho de 2010

21 - O belo prédio do Country Clube

Situado no centro da cidade, o Country Tênis Clube foi construído em requintado estilo inglês

Uma placa na parede indica que a sua construção ocorreu no ano de 1917.
É relevante lembrar que neste ano ainda estava em curso a Primeira Guerra Mundial, na qual a Alemanha e a Inglaterra foram inimigas e o Brasil ficou ao lado dos ingleses. Ao longo do ano de 1917 alguns navios brasileiros foram torpedeados por submarinos alemães e, em 26 de outubro deste ano, o presidente Wenceslau Brás declarou guerra à Alemanha. Os descendentes de alemães que por aqui viviam, no entanto, tinham simpatia pela Alemanha e isto provocou muita discórdia. Sociedades germânicas, especialmente as de atiradores, foram fechadas ou, no mínimo, tiveram de mudar seus nomes, estatutos e documentos para a língua portuguesa.
Com isto foi despertada a curiosidade sobre a origem desta construção. Quem foi o arquiteto que projetou esta obra de estilo tão diferente? Para que finalidade ele foi construído?
No livro Reminiscências, de Helena Cornelius Fortes, consta que naquele local existiu a Schützen Verein (Sociedade de Atiradores), que teria iniciado suas atividades em 1880 e que passou mais tarde a chamar-se Liga Sportiva.
Consta também, em Reminiscências, que esta sociedade, criada por descendentes de alemães, foi a primeira da cidade e que a sua sede, situada “onde hoje está o Country”, era “um prédio rústico, nada funcional”. E ainda que esta sociedade passou a ser, mais tarde, a Liga Sportiva. Diz Helena Fortes que a prática do tiro ao alvo, a principal atividade do clube, era feita “nos matos do morro onde hoje está o Hospital”.
O livro Caí Monografia, de Alceu Masson (publicado em 1940), informa que haviam na cidade três associações: Liga Sportiva, Sociedade Ginástica e Sociedade Recreativa União. A Ginástica veio a ser, depois, o Clube Aliança e o União situava-se no bairro Vila Rica (conhecido também como Poeira).
O livro não informa, mas tudo indica que a Liga Sportiva funcionava no prédio atual do Country. Consta também que funcionou ali o Tiro de Guerra, forma de treinamento militar existente na primeira metade do século XX.
Walace Kruse, pesquisando em seu arquivo, descobriu que o Tiro de Guerra 471, fundado em Nova Petrópolis em 1917 em 3 de junho de 1919, transferiu-se para o Caí em 1921 tornando-se um dos mais importantes do interior do estado.
Dary Laux, que conheceu a Liga Sportiva na sua infância, diz que ela deixou de funcionar em meados da década de 40. No seu livro Caí, publicado em 1940, Alceu Masson registra a existência, na cidade, de três sociedades recreativas: Liga Sportiva, Sociedade Ginástica e Sociedade Recreativa União.
Com tudo isto, permanecem dúvidas importantes. Por exemplo: Por que e por quem foi construído o prédio (em 1917)?
Teria sido para servir de sede à Liga Sportiva ou ainda à Schützen Verein? Certamente não foi para sediar o Tiro de Guerra, como se chegou a cogitar recentemente. Nem seria muito crível que uma sociedade germânica construisse o seu prédio em estilo inglês.
O primeiro tiro de guerra foi criado 1902, na cidade de Rio Grande, e se difundiu pelo país num movimento patriótico impulsionado pelo poeta Olavo Bilac. Em vários estados eles ainda existem, servindo para a formação de reservistas. No Caí, entretanto, o Tiro de Guerra funcionou até a década de 1930.
A Liga Sportiva encerrou suas atividades na década de 40 e, depois disto, o prédio foi vendido a Victor Adalberto Kessler, que nele implantou uma fábrica de extrato de tomate, no ano de 1947. Fábrica que, embora fosse montada com grande investimento em equipamentos importados, não chegou a funcionar. Tal fracasso se deveu ao fato de que a instalação da fábrica demorou mais do que o esperado e as plantações de tomates que haviam sido feitas por agricultores da região foram perdidas. Depois disto os produtores não quiseram mais produzir para a fábrica.
O Country, ao ser criado, em 1964, adquiriu o prédio da família Kessler, proprietária da Arrozeira Brasileira. A mesma empresa que possuiu uma grande fábrica de cordas e sacos de sisal em Capela de Santana.
O Country Clube tem interesse em saber mais sobre o seu prédio e a sua história. Quem tiver informações sobre o assunto pode se dirigir ao presidente do clube Homero Fortes (fone 99992448).

terça-feira, 20 de julho de 2010

20 - Passeio de barco pelo rio Caí

No futuro, um rápido passeio de barco pelo rio Caí poderá fazer parte do city tur

A mais óbvia atração turística que o Caí tem para oferecer é um passeio pelo seu rio. O rio, no entanto, não tem atualmente boas condições de navegabilidade. Poderia ser ofereicido um passeio curto, que saísse do antigo cais do porto (ou da antiga barca) e levasse os turistas até as imediações da ponte estreita existente rio acima, bem perto dali. Isso, exigiria um pequeno investimento na compra de um barco e a atração só se tornará viável no momento em que houver um fluxo considerável de turistas. Por isso, este passeio só deverá ser oferecido aos turistas num segundo momento.
Mais adiante ainda, poderão ser realizados passeios mais longos pelo rio, indo (por exemplo) do Caí a Montenegro ou vice-versa.

19 - Os macaquinhos do Morro do Hospital




Os macaquinhos caienses frequentam o Bar & Bar, o estabelecimento mais ecológico da cidade 

Houve um época em que a natureza foi devastada na nossa região. Quase todas as áreas próximas às cidades foram desmatadas para dar lugar a roças e pastagens. Hoje, no entanto, a situação está mudando e muitas áreas menos propícias para a atividade rural estão voltando a ser cobertas por árvores. Este fato, somado à maior consciência ecológica, está fazendo com que os animais selvagens voltem a ser encontrados, até mesmo nos arredores das cidades.
É isto que se vê, por exemplo, no Morro do Martim (ou Morro do Hospital) que fica encostado ao centro do Caí. O mato tem aumentado neste morro e a caça, antes intensa, tem sido coibida.
Com isto, os animais selvagens voltaram a viver por ali.
O ex-secretário municipal Martim Adam, que mora no alto deste morro há quatorze anos, tem notado um aumento rápido da vida selvagem nos matos próximos da sua casa.
Hoje é comum encontrar por ali esquilos, ouriços, tatus e aves como papagaios, tucanos, iambus, aracuãs e saracuras.
Mas o que mais surpreende é a presença de um bando de macacos. Um grande bando composto por 26 macacos, costuma visitar a propriedade de Martim. E está aumentando.
Os macacos não são nativos daquele mato. O bando provém de um casal fugido da casa de Canísio Juchem (já falecido) há muitos anos. E, ultimamente, o número de componentes do grupo tem crescido muito.
Para que se tornem uma atração turística, os macacos podem ser acostumados a ir a um determinado lugar (onde lhes será dada comida) em que os turistas possam abreciá-los enquanto eles se alimentam.
Na ilha de Bali, grande destino turístico, os macacos são grande atração para os turistas. Veja em http://www.youtube.com/watch?v=MOVQAvXhvMA. No Caí, seria melhor evitar o mau hábito dos turistas darem comida aos animais, que se vê nessa fita. Melhor será proporcionar aos turistas apenas a oportunidade de observar os macacos nas árvores, a uma certa distância.

18 - O primeiro city tour

Grupo de turistas fará o primeiro passeio turístico pela cidade, no dia 5 de agosto

O Próturismo-Caí é um movimento visando desenvolver o turismo em São Sebastião do Caí. Várias reuniões já foram realizadas nesse sentido e, no próimo dia 5 de Agosto, uma quinta-feira, a idéia vai ingressar no mundo da realidade: será feito, então, o primeiro city tour pela cidade, com um grupo de caienses que costuma realizar excursões para visitar outras cidades do estado. Quem organiza as excursões do grupo é Lise Bohn e é ela que irá orientar, também, este primeiro city tour em São Sebastião do Caí.
Será um tour ainda em caráter experimental, na qual os turistas serão levados a conhecer vários locais atrativos. Alguns bem óbvios, como o Parque Centenário, o antigo cais do porto, o velho prédio da prefeitura e o novo Centro de Cultura. Mas também serão visitados pontos de atração que são desconhecidos até mesmo dos caienses. Um desses é a velha pedreira municipal.
PRÓTURISMO-CAÍ
O projeto Próturismo-Caí é uma iniciativa da secretaria do desenvolvimento do município. A idéia é que, em 2014, quando dezenas de milhares de turistas estrangeiros estiverem em Porto Alegre em virtude da Copa, o Caí seja reconhecido como polo de turismo, contando com muitos atrativos preparados para mostrar aos visitantes.
Mas a idéia do grupo de trabalho envolvido nesse projeto, que inclui cidadãos voluntários, é partir logo para a prática.
O Caí, pela beleza da cidade e da região, e pela proximidade com os grandes centros populacionais do estado, tem enorme potencial para desenvolver o turismo. Esta atividade deverá ser, no futuro, uma grande fonte de renda para os caienses. Por isso a importância desse primeiro passo que estará sendo dado pelo grupo de dona Lise.

17 - A velha pedreira municipal


O paredão da velha pedreira, com 32 metros de altura, será um dos pontos visitados pelos turistas

Situada no morro do hospital, junto ao centro da cidade, a pedreira municipal funcionou durante décadas e muita pedra foi tirada dali pelo pessoal da prefeitura, tanto para melhorar as condições de tráfego nas estradas municipais como para a pavimentação das ruas com pedra irregular.
Até ser fechada, em 1977, eram feitas detonações com dinamite no local. Erácio da Silva era o encarregado de fazer as detonações na pedreira. Um pouco antes da explosão, Erácio gritava, lá de cima do morro, três vezes, a palavra “Fogo”. E o seu grito era ouvido em boa parte da cidade. O que dá uma idéia do silêncio que havia naquele tempo, em que poucos automóveis trafegavam pelas ruas e estradas.
A cada detonação, pedras voavam alto e algumas delas caíam sobre o asfalto da RS-122 ou sobre o telhado da antiga Churrascaria Bagatini. Algumas telhas quebraram nessa churrascaria, que ficava em frente ao posto Tigrão (Esso). Um borracheiro, que trabalhava no prédio ao lado da churrascaria, teimava em não sair do local quando ocorria o aviso das detonações. Certa vez, foi atingido por uma pedra e teve um braço quebrado.
Para evitar o risco de alguma pedra atingir veículos que passavam pela RS-122, funcionários da prefeitura interrompiam o trânsito momentos antes das detonações.
Com o aumento do trânsito na rodovia, tornou-se inviável continuar a atividade na velha pedreira e a prefeitura optou por abrir uma nova, no bairro Angico.
Restou, então, no local, um grande paredão que, abandonado, está cada vez mais tomado pelo mato. Árvores grandes já se criaram no seu entorno e até mesmo na base do paredão, deixando o local ainda mais bonito.
O paredão tem 32 metros de altura e, do alto dele, se tem uma magnífica vista da cidade.
No último governo do prefeito Heitor Selbach (de 1977 a 1983), foi instalada ali uma estrela guia desenhada com lâmpadas, que é usada até hoje na épca natalina.

domingo, 18 de julho de 2010

16 - Breve história de São Sebastião do Caí

O porto no rio Caí teve papel fundamental no surgimento e desenvolvimento inicial da cidade (clique sobre a imagem para ver melhor)

Colonizada por portugueses a partir de 1793, a localidade foi conhecida inicialmente pelos nomes de Praia, Porto do Mateus e Porto do Guimarães. Isso porque o rio Caí, no seu curso inferior, se caracteriza pelo fato de ter barrancos altos nas suas margens. Como no local existia uma prainha (e ainda hoje existe, com o nome de Praia da Manteiga) o local se diferenciava. E esse, na época, era um fator importante, pois ao contrário do que acontecia nos locais de barranco, a prainha tornava mais fácil atracar um barco e tornava-se mais fácil chegar até junto dele com uma carreta ou uma mula carregada de mercadorias.
Foi isso, certamente, que levou o primeiro cainse, Bernardo Mateus, a escolher esse local para instalar a sua casa e as suas roças. Em 1806, Manuel dos Santos Borges veio a se instalar junto à terceira cachoeira, no local hoje conhecido como Várzea da Vila Rica e, pouco a pouco, novos moradores foram se instalando no local em que hoje se encontra a cidade. Principalmente depois do falecimento de Bernardo Matheus, quando a sua propriedade começou a ser vendida pelos filhos.
Inicialmente, os novos proprietários foram de origem lusa, como Dona Theodora Antônia de Oliveira e o Tenente Coronel Antônio José da Silva Guimarães Júnior. Em No ano de 1848, Antônio Guimarães criou - em sociedade com Manuel dos Santos Borges - passou a vender pequenos lotes de terra, visando desenvolver uma povoação. Antônio José da Silva Guimarães estabeleceu-se com um armazém e tinha interesse em promover a povoação do local.
Mais tarde, por volta do ano de 1858, várias famílias de colonos de origem alemã passaram a se estabelecer em torno da povoação, que começava a se formar. Ela cresceu e ganhou o nome de São Sebastião do Caí.
Numa época em que ainda não existiam estradas na região, a navegação pelo rio Caí era o modo mais eficiente de transportar as mercadorias produzidas pelos colonos. Por isso, o porto que surgia junto à povoação nascente - conhecida então como Porto do Guimarães - passou a ter grande importância. O local era o último ao qual se conseguia chegar de barco, vindo de Porto Alegre, pois logo acima o rio se torna encachoeirado.
Nessa época, São José do Hortêncio, Feliz e Bom Princípio eram mais povoados e prósperos que o Caí, pois lá se estabeleceram - antes - os colonos alemães com sua grande capacidade produtiva.
A partir de 1872, porém, o lugarejo tomou um grande impulso, pois era através dele que os imigrantes italianos seguiam a caminho da Serra. E eram muitos colonos. Dezenas de milhares de italianos desembarcaram no porto de São Sebastião do Caí e dali seguiram (a pé) para os núcleos de colonização que surgiram em torno do local então chamado Campo dos Bugres, hoje Caxias do Sul.
Com isto, São Sebastião do Caí tornou-se cidade muito rapidamente. Já em 1875, a pequena vila foi elevada à condição de sede de um enorme município do qual fazia parte a região colonial italiana surgida em torno do Campo dos Bugres. Os colonos italianos da Serra e os alemães do Vale do Caí passaram a ter São Sebastião como a sua sede municipal. Funcionava ali, além da prefeitura (na época Câmara Municipal), a delegacia e o forum aos quais os colonos, alemães e italianos, tinham de apelar quando necessário.
Todas as riqueza produzida pelos colonos alemães do Vale do Caí e italianos da Serra eram exportadas pelo porto de São Sebastião do Cai. E não era pouco. No fim do século XIX, o Vale do Caí chegou a ser o maior produtor de feijão do Brasil, graças à laboriosidade e à superioridade técnica do agricultor de origem alemã. Também foram notáveis a produção de mandioca, alfafa e frutas cítricas. Pela carência de boas estradas (a RS-122 só foi asfaltada na década de 1950), a navegação pelo rio Caí desenvolveu-se intensamente. E a cidade cresceu graças à atividade comercial.
A banha, produto de grande valor e de fácil exportação, transformou-se numa grande riqueza regional, gerando grandes fortunas. E a acumulação de capital resultou na criação de grandes empresas, com destaque para as de Adolfo Oderich, A J Renner, Frederico Mentz e Cristiano Trein.
Em 1911 foi inaugurada a linha ferroviária entre Porto Alegre e Caxias do Sul, tirando movimento do porto caiense e começando uma fase de longa estagnação da economia local. Neste período, A J Renner, que começou sua atividade industrial no Caí, trasferiu-a para Porto Alegre. E a fábrica Oderich também desviou suas principais atividades para Canoas, onde foi criada a empresa Frigorífico Sul Riograndese (que depois tornou-se Frigoríficos Nacionais Sul Brasileiros SA - Frigosul). O empreendimento, que chegou a ser muito grande, acabou malogrando e a indústria Oderich sofreu muito com isso. Na década de 1950, a Oderich chegou quase a fechar.
O progresso só voltou na década de 80 do século passado, com as fábricas de calçados da Azaléia e a nova fase de crescimento da Oderich, além do fortalecimento do Caí como centro comercial da região. Novas indústrias, como a Qix, Agrosul e Cláudio Vogel se instalaram no município na primeira década do milênio, amenizando os efeitos da perda das fábricas Azaléia.
Atualmente, apesar do fechamento das fábricas da Azaléia, ocorrido em 2005, São Sebastião do Caí recupera a sua pujança econômica graças ao vigor das suas indústrias, ao seu dinamismo comercial e à força do setor rural.

sábado, 17 de julho de 2010

15 - Caí Shopping

Foto: Vilson Silva
O Calçadão poderá ser ponto de visitação, dando oportunidade a que os turistas façam algumas compras

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Há mais de 20 anos vem se desenvolvendo a idéia de que São Sebastião do Cai é um Shopping Center. Ou seja, um local agradável e seguro, no qual se concentra grande número de lojas qualificadas, além de uma boa praça de alimentação. Um lugar bonito, onde se vai para passear e fazer compras e se tem facilidade de estacionamento.
Esta idéia, amplamente divulgada desde então, contribuiu para que o Caí se tornasse uma cidade de comércio vigoroso (acima do que se poderia esperar para uma cidade do seu tamanho).
No projeto de turismo para São Sebastião do Caí deverá ser incluído o roteiro Caí Shopping, no qual os turistas serão convidados a, além de visitar lugares interessantes, fazer suas compras no comércio local. Centenas de empregos poderão ser gerados dessa forma.
Assim como, para se criar ar um roteiro turístico, é preciso preparar os locais de visitação, também os estabelecimentos comerciais terão de se preparar para o atendimento aos turistas, com produtos, condições de venda e oferta diferenciados. A apresentação do prédio, vitrines e o atendimento precisarão ser apriomorados constantemente.
Amadurece na cidade a idéia de ser construído um shopping center no terreno hoje ocupado pelo antigo prédio do Clube Aliança. Com o desenvolvimento do turismo na cidade, esta possibilidade se fortalece.
Num primeiro momento, o roteiro turístico poderá incluir uma visita ao Calçadão, onde existem sorveteria, padaria com produtos coloniais, e diversas lojas. Pode ser visitada, também, a Casa do Artesão e o varejo da Oderich (ou o Oderich Shop, no bairro Conceição). Na mesma ocasião os turistas poderão fazer, a pé, o percurso entre a Casa do Artesão e a Igreja Matriz, passando pelo Centro de Cultura, Calçadão e Praça Edvino Pulhl.